Passageira da solidão
É verdade,
os olhos do meu andar se levantam em brilho e,
se perdem na ciranda de ilusões.
O calmo...
se perde em cantos perfumados,
e a paz acolhedora...escorre!
Banhando a noite que não dorme.
Soluça...
a brisa sorridente pendurada na janela...
as estrelas que se contorsem no amargo da solidão,
o orvalho, pobre diabo, enfeita flores, mas,
caem logo no chão!
É sim, é logo verdade...
o vôo desse equilíbrio, é a graça da liberdade,
e assim que passa, vem o calor do suspiro,
embaçar um pedaço da lembrança,
que chorando murmura...
- É verdade!
Rita Albuquerque

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